O Mobile Marketing realmente continua crescendo aqui no Brasil e os números provam esse desenvolvimento. Principalmente com o crescimento econômico, o poder de compra das classes C e D e o avanço da banda larga - avanço lento, é verdade -, as aquisições de smartphones e tablets pelos brasileiros já são consideradas significativas para que novas ações de marketing digital sejam planejadas afim de atrair os consumidores para o mundo da compra online.
Segundo últimos dados do Instituto de Pesquisa IDC, 10 milhões de smatrphones estão em operação no país com 179% de crescimento nas vendas em 2011. Além disso, a criação de aplicativos que são desenvolvidos para o e-commerce é cada vez maior. Pensando nisso, a empresa de soluções mobile Mowa criou o Universo.mobi , uma plataforma para qualquer empresa ou marca criar aplicativos gratuitos com informações sobre seus produtos e serviços.
Segundo últimos dados do Instituto de Pesquisa IDC, 10 milhões de smatrphones estão em operação no país com 179% de crescimento nas vendas em 2011. Além disso, a criação de aplicativos que são desenvolvidos para o e-commerce é cada vez maior. Pensando nisso, a empresa de soluções mobile Mowa criou o Universo.mobi , uma plataforma para qualquer empresa ou marca criar aplicativos gratuitos com informações sobre seus produtos e serviços.
PLATAFORMA PARA CRIAR APPS GRATUITOS
A criação do aplicativo é bastante simples. Você acessa o site, faz o cadastro e efetua até 5 passos para criar aplicativos em diversas categorias, como Bar e Restaurantes, Empresas, Lojas e Serviços, Eventos, Música, Blogs e Notícias, dentre outras. A plataforma oferece uma montagem prática e rápida do aplicativo, os blocos de montar do seu app - denominados Moblets - para inserir o que desejar: descrições dos produtos (com fotos e até vídeos), serviço de RSS, listas e inclusão de mídias sociais para publicação das suas ações dentro do aplicativo.
APLICATIVO CRIADO NO UNIVERSO.MOBI
O serviço permite criar aplicativos para iOS, Android e Java e possui clientes como o Ministério do Desenvolvimento Agrário, os blogs Jacaré Banguela e Brasil Mundial FC e ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Infelizmente, ainda não desenvolveram ferramentas para compras e pagamentos de produtos e serviços dentro do aplicativo; ele contem somente informações e é um jeito cool de inserir o consumidor no universo da marca ou empresa. Porém, a inserção de um QR Code ou mesmo um simples link de uma página pode suprir essa necessidade, que - por enquanto - ainda está em fase de desenvolvimento.
Mesmo assim, uma excelente oportunidade para gerar um relacionamento mais próximo da marca com os e-consumers brazucas!
Mesmo assim, uma excelente oportunidade para gerar um relacionamento mais próximo da marca com os e-consumers brazucas!
dica - @larinhaloreta
O Social Commerce está crescendo não só em números de investimento
como em credibilidade para o alcance do sucesso de uma marca. É fundamental a
recomendação de pessoas para a compra de um produto ou serviço, a aproximação
do relacionamento da marca com o seu consumidor e entendimento de que a web pode reforçar tudo isso com o poder
de colaboração e comunicação das mídias sociais. Assim, cada vez mais
ferramentas e plataformas estão sendo criadas visando esta oportunidade.
PLATAFORMA DE SOCIAL COMMERCE
Segundo pesquisa realizada em
Outubro de 2011 pela empresa de consultoria Booz & Co - Turning "Like to "Buy" Social Media Emerges as a Commerce Channel -, nos próximos 5 anos
o Social Commerce deve movimentar
cerca de 30 bilhões de dólares no mundo. A companhia já havia previsto um
investimento de 5 bilhões de dólares só em 2011. Claro, é importante também perceber que os social conumers ainda não se sentem totalmente seguros com relação à disponibilização dos seus dados. Porém, a
utilização de tablets e smartphones nas compras e o acesso às mídias sociais
para evidenciar o gosto pela marca e o que ela representa para estes usuários são
fatos evidentes deste grande desenvolvimento.
Por isso, uma Startup de Social Commerce que chamou bastante minha atenção foi a Grandstand. Ela ainda procura grandes
investidores, como a @_INFO publicou
numa matéria falando sobre o Startup Village, um espaço para empreendedores
dentro do festivalSouth by Southwest – SXSW -, nos EUA. Existem algumas startups com propósitos parecidos, como
a eiBOW, que até cria uma vitrine de
produtos e serviços baseada no perfil de interesse do consumidor. Contudo, a Grandstand possui uma proposta bem mais
envolvente: transformar a experiência de consumo das pessoas em qualquer
participação, qualquer contato do consumidor com produtos e serviços em
histórias para gerar relevância às marcas.
Ela pode atender empresas,
lojas e até agências de publicidade para promover as ações sócio-digitais das
pessoas (checkins, tweets, likes) em
qualquer parte (museus, lojas, estádios e eventos) com visualizações de dados real time. Tudo isso também para
fomentar jogos e premiações aos consumidores.
.
Uma excelente ideia
para conquistar o engajamento do target,
beneficiá-lo com conceitos de gamefication
e aproximá-lo ainda mais da marca para fazer parte do seu fã-clube. O Social Commerce agrade e cresce!
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Colaboração e participação são duas expressões que o mundo 2.0 elevou a um grau maior nas inovadoras ações de marketing, nos atuais lançamentos de produtos e nas diferentes construções de valores das marcas. Contribuir através da conexão entre as pessoas é algo que a internet intensificou e facilitou, trazendo ferramentas para interligar melhor as comunidades e propósitos. Propósitos esses que podem até servir de solução para algumas questões mundiais, como é o caso do 33needs.
Lançado no final de Janeiro, o site tem como principal objetivo ajudar as social startups, empreendimentos que se preocupam com o lado social, utilizando o financiamento colaborativo. Através de uma contribuição coletiva, o 33needs participa do financiamento inicial das startups para iniciarem suas atividades em categorias como comunidades, saúde e educação.
Funciona da seguinte forma: é determinado um prazo para que a ação ou atividade seja concluída – uma venda de roupas com renda revertida para alimentar crianças pobres ou aquisições de laptops ambientalmente corretos para financiar a educação na Libéria – e tanto as startups como o 33needs lucram com uma pequena porcentagem. A cooperação das pessoas está justamente na compra desses produtos e serviços oferecidos pelas startups.
Esses modelos de movimentos organizados no qual todos contribuem, com pequenas quantias e de maneira colaborativa, para viabilizar uma ideia tem um nome – crowdfunding. São investimentos que possuem iniciativas de financiamento para que todos colaborem e participem do projeto. O vídeo “how it works?” do site resume também sua missão.
#dica de @cnepomuceno
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