É impressionante como muitas marcas ainda não estão preparadas para atrair os consumidores através das suas lojas online e suas mídias sociais. Entender que as pessoas precisam de um bom motivo, um elemento que contemple o que está enraizado no além da compra dos seus produtos é fundamental para conseguir conquistar um público fiel que pode se tornar advogado da marca. Para isso, é importante perceber que construir relacionamento na web com o E-Commerce não é tão diferente quanto conversar com o target no offline.
Não ter um bom planejamento das ferramentas de Social Media, imaginando que e-mail marketing é a única maneira eficiente para conseguir uma venda e criar uma Like Store sem trazer boas ofertas e interatividade é deixar escapar a confiança dos social consumers. Essas e outras conclusões referem-se também ao Inforgráfico sobre Social Commerce desenvolvido pela Argyle Social - uma Startup de inteligêncial social em negócios.
SOCIAL COMMERCE: ESTUDO REVELA FALTA DE EXPERIÊNCIA SOCIAL
GRANDES MARCAS x GRANDE AUDIÊNCIA
Fim da Cauda Longa? O estudo revela que essa teoria ainda está presente. O tamanho da audiência não está relacionada com a receita de uma empresa. Em muitos casos, pequenas marcas possuem até um público maior.
COMPRAR ONLINE AINDA NÃO É UMA GRANDE EXPERIÊNCIA SOCIAL
As grandes marcas ainda precisam encontrar uma maneira mais apropriada para atingir o seu público e atraí-los pelo sentimento, pelos valores que envolve o produto. Abrir uma loja online simplesmente não deve ser a única razão para tudo.
DEFENSORES DA MARCA
Construir uma comunidade em torno da marca é muito maior do que os produtos que serão vendidos. Assim, conseguir aliados que falarão positivamente do que a empresa faz pode desenvolver motivos pelos quais outras pessoas também terão em comum. Afinal, quando for pensar no consumidor, é importante aprender que deve-se pensar como ele também.
Como a própria pesquisa diz, ainda não é tarde para começar a construir o seu público social!
Veja o Infográfico abaixo.
Veja o Infográfico abaixo.
O Social Commerce está crescendo não só em números de investimento
como em credibilidade para o alcance do sucesso de uma marca. É fundamental a
recomendação de pessoas para a compra de um produto ou serviço, a aproximação
do relacionamento da marca com o seu consumidor e entendimento de que a web pode reforçar tudo isso com o poder
de colaboração e comunicação das mídias sociais. Assim, cada vez mais
ferramentas e plataformas estão sendo criadas visando esta oportunidade.
PLATAFORMA DE SOCIAL COMMERCE
Segundo pesquisa realizada em
Outubro de 2011 pela empresa de consultoria Booz & Co - Turning "Like to "Buy" Social Media Emerges as a Commerce Channel -, nos próximos 5 anos
o Social Commerce deve movimentar
cerca de 30 bilhões de dólares no mundo. A companhia já havia previsto um
investimento de 5 bilhões de dólares só em 2011. Claro, é importante também perceber que os social conumers ainda não se sentem totalmente seguros com relação à disponibilização dos seus dados. Porém, a
utilização de tablets e smartphones nas compras e o acesso às mídias sociais
para evidenciar o gosto pela marca e o que ela representa para estes usuários são
fatos evidentes deste grande desenvolvimento.
Por isso, uma Startup de Social Commerce que chamou bastante minha atenção foi a Grandstand. Ela ainda procura grandes
investidores, como a @_INFO publicou
numa matéria falando sobre o Startup Village, um espaço para empreendedores
dentro do festivalSouth by Southwest – SXSW -, nos EUA. Existem algumas startups com propósitos parecidos, como
a eiBOW, que até cria uma vitrine de
produtos e serviços baseada no perfil de interesse do consumidor. Contudo, a Grandstand possui uma proposta bem mais
envolvente: transformar a experiência de consumo das pessoas em qualquer
participação, qualquer contato do consumidor com produtos e serviços em
histórias para gerar relevância às marcas.
Ela pode atender empresas,
lojas e até agências de publicidade para promover as ações sócio-digitais das
pessoas (checkins, tweets, likes) em
qualquer parte (museus, lojas, estádios e eventos) com visualizações de dados real time. Tudo isso também para
fomentar jogos e premiações aos consumidores.
.
Uma excelente ideia
para conquistar o engajamento do target,
beneficiá-lo com conceitos de gamefication
e aproximá-lo ainda mais da marca para fazer parte do seu fã-clube. O Social Commerce agrade e cresce!
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Os zumbis devem invadir o Facebook já no mês que vem.
A segunda temporada The Walking Dead está muito próxima do fim, mas os fãs do seriado que narra a saga de sobreviventes de um apocalipse zumbi já podem comemorar a novidade que a AMC e RockYou pretendem levar ao ar no início do próximo mês. Trata-se do social game da série, feito exclusivamente para o Facebook.
No jogo, o internauta vai interagir com os amigos da rede social, a exemplo do que já acontece em outros joguinhos. Cada jogador terá sua própria aventura e encontrará personagens do seriado ao longo da narrativa do game.
Todo o jogo é baseado nos cenários já apresentados na TV, onde o objetivo é sobreviver ao apocalipse, eliminar zumbis, manter os amigos seguros, procurar suprimentos e abrigos.
Já ficou animado? Então acesse a fanpage do jogo, curta e fique por dentro das novidades até o lançamento. Aproveita e assista essa pequena prévia do que vem por aí:
Júlio subiu no palco do Rock In Rio e virou celebridade no Twitter
Ontem, durante a transmissão do Rock In Rio, o Brasil conheceu sua mais nova celebridade virtual: Júlio de Sorocaba. O fã da cantora Katy Perry foi chamado no palco pela estrela pop que lhe deu um beijo “na trave”.
O termo Júlio de Sorocaba invadiu o Trending Topics do Twitter e seu perfil passou de 200 para 27 mil followers (chupa "alta social media!"). Cerca de uma hora depois, Júlio apareceu no Twitter e ficou surpreso com a repercussão: “Meu celular até travou com tantas notificações”, “Esse dia marcou minha vida, aquela mulher me virou ao avesso!”
O caso de Júlio lembra muito o de Katilce Almeida, moradora de Volta Redonda que em 2006 subiu no palco do U2 onde dançou e recebeu um selinho do vocalista Bono Vox. A fã se tornou uma celebridade instantânea, comunidades no Orkut foram criadas em homenagem a moça, que cedeu diversas entrevistas para à TV.
Onde a fama relâmpago de @Julio_salvo vai parar? Isso não dá pra responder, mas que tem muito homem (eu, inclusive) invejando o cara até a morte...Ah tem!
Dificilmente agluém realmente gosta de fazer compras de mercado: tem o prazer de ver o preço dos produtos, fazer uma lista do que deve compar, ir até lá e passar tudo no caixa depois de entrar numa fila que pode ser grande. Aqueles que simplesmente tem de ir gostariam de possuir esse tempo dedicado às outras tarefas e atividades. Porém, os que preferem e apreciam, o fazem principalmente porque as ferramentas que proporcionam praticidade no delivery não são tão eficazes quanto gostariam. E se essas pessoas pudessem ter a experiência de compra off no mundo on?
Esse foi o meu Projeto de Marketing Digital (thanks @marcioferreira!) para criar uma estratégia inovadora com uma rede de supermercados com 35 lojas, 200 mil visiantes/mês e apenas o domínio .com como único elemento na web. Claro, foi utilizado um nome e um logotipo fictício da marca para determinar e delimitar tudo o que seria proposto. Nos baseamos em algumas pesquisas como a última pesquisa da E.Life sobre hábitos de utilização da internet e redes sociais no Brasil e pesquisas qualitativas sobre decisão de compra pela internet com páginas on-line de mercados concorrentes. Depois, diagnosticamos problemas e oportunidades e percebemos uma solução: estruturar mecanismos com inovação que possibilitem melhorar a opinião de quem já acha fundamental fazer compras pela internet e convercer os que abominam essa ideia em sua maioria, principalmente os jovens.
E-COMMERCE
As mídias sociais foram nosso ponto de partida e alicerce para desenvolver esse projeto. Utilizá-las e entender que suas características já são funcionais no off-line foi fundamental para estratégia. Afinal, o que fazem as pessoas quando sabem de uma promoção? Procuram a loja, compram e ainda espalham a informação, pois gostaram do preço? Exatamente! Nosso target - o público jovem - faz perfeitamente isso nas redes sociais on-line, porém não são nem um pouco familiarizados com o ambiente de compras de carnes, frutas, produtos de limpeza e outras coisas mais. Assim, foram identificados esses comportamentos e construídas maneiras de criar uma novo relacionamento desse tipo de e-commerce.
Além disso, uma plataforma como uma "Galeria Virtual", com inovação tecnológica, foi planejada também para atrair os jovens e os outros internautas consumidores - permanentes e primeiros visitantes. As ações de marketing e publicidade on-line estarão prontas em 30 dias. É comprar e "curtir" as promoções e produtos. Veja a apresentação do projeto.
Há quase duas semana atrás, o sociólogo e presidente da República entre 1995 a 2003, Fernando Henrique Cardoso, escreveu um artigo na revista digital Interesse Nacional intitulado "O papel da Oposição". Dentre muitas afirmações e manifestações sobre - claro! - os caminhos que os partidos de oposição traçaram e devem traçar daqui por diante, o que me chamou mais atenção foi a relevância apontada para o papel que as novas mídias tem de politizar a sociedade atualmente. Dar importância ao fato da conectividade na internet pelas redes sociais on-line e tentar alcançar esse público com organização política para debater temas de interesse da população é perceber o grande valor que as mídias sociais possuem na comunicação e no relacionamento.
O PODER DAS MÍDIAS SOCIAIS
Para efeitos de qualquer dúvida: não estou apontando mais nada sobre o assunto, se não ao que venho discutir - o papel das mídias sociais. Reforçarei a minha não-intenção política. Nas últimas eleições do Brasil, as mídias sociais foram utilizadas por todos os candidatos à presidência do país. O alcance, a abordagem e os resultados - dito por muitos da área de marketing - não foram suficientes para causar bons impactos, porém mencionar a boa interação com os internautas de Marina Silva através do seu blog e a promoção de um debate ao vivo pela Twitcam de José Serra podem sim ser considerados como o início da percepção dessa aproximação da política com a web. Aliás, antes disso, outros exemplos de informações e discussões políticas com os cidadãos pelo ciberespaço já haviam sido realizados e continuam até agora - a campanha de Barack Obama já virou mais que um case! Porém, é inevitável que se chame a atenção para esse artigo por conta de suas considerações que muitos - pelo menos nossos políticos - ainda não se deram conta: a internet é a plataforma da mensagem de todos x todos e por isso a sociabilidade para uma causa ou manifestação pode atingir grandes efeitos.
FHC - RELEVÂNCIA ÁS MÍDIAS SOCIAIS
"Pois bem, a imensa maioria destes grupos – sem excluir as camadas de trabalhadores urbanos já integrados ao mercado capitalista – está ausente do jogo político-partidário, mas não desconectada das redes de internet, Facebook, YouTube, Twitter, etc."
"No mundo contemporâneo este caminho não se constrói apenas por partidos políticos, nem se limita ao jogo institucional. Ele brota também da sociedade, de seus blogs, twitters, redes sociais, da mídia, das organizações da sociedade civil, enfim, é um processo coletivo."
Assim, deve-se entender que as grandes transformações passam também pela conexão das pessoas nestes novos meios de interação. Evidente que quando falamos de política ou ações políticas não é permitido esquecer o cotidiano presencial da sociedade, seus desejos, inquietudes, contrastes e dificuldades da vida. Contudo, perceber que muitos motivos das aspirações sociais estão presentes nesses canais, assim como escrevi anteriormente em um artigo que falava sobre os eventos on-line, é enxergar diálogo onde ele está funcionando para conscientizar, discutir, politizar e contribuir para o bem social. Concordas?
Até a próxima!
Até a próxima!
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Ultimamente, tenho ouvido inúmeras pessoas conversando sobre suas ações, seus atos, seus pensamentos, baseados nos seus perfis nas mídias sociais. Comentários e atitudes que remetem as possbilidades que as ferramentas das páginas da web realizam para conectar, integrar e se relacionar uns com os outros. No entanto, a história parece ser bem mais controversa. Afinal, as ideias possuem mais ímpeto de qual lado da força?
O mundo 2.0 retrata o transporte dos serviços e comunidades para a internet trazendo maior alcance e durabilidade da informação. Rapidez e infinitas opções de comunicação também são marcas do universo digital. As relações entre as pessoas mudaram graças a essa nova ruptura cognitiva e isso não podemos negar. Mesmo assim, os processos para a realização de todas essas inovações ainda tem o gatilho, o início - e por que não o final? - no que chamamos de vida real, pois é através dela que a ação é refletida e possui efeito. O off é o nosso ponto de partida para qualquer movimento!
Partindo do princípio das nossas necessidades, vontades, desejos e escolhas, traçamos percepções sobre cada uma delas e planejamos conquistá-las utilizando diversos métodos. Hoje, para adquirirmos um produto, utilizamos uma compra numa loja fisíca ou virtual. Se quisermos que alguém saiba nossa localização, informamos a alguém antes de sair de casa, ou falamos pelo celular, ou até publicamos na internet o endereço com um geolocalizador. Tudo com o propósito de manifestar nossos interesses revelados inicialmente no mundo off-line. Bato nesta tecla - já posso imaginar os comentários! - porque assim podemos entender e detectarmos o poder do que muitos estão deixando ficar desapercebido: tornar melhor com o on é para melhorar o off.
Um "curtir"; um RT ou hashtag; um follow ou add; a internet provoca as ações com mecanismos sem grandes processos. Porém, o off tem a força de mover todas essas ideias.
Até a próxima!























